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Março 2016
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Porque é que o trigo e o glúten gozam hoje de tamanha má fama ...?

O trigo é um dos cereais mais produzidos no mundo. Atualmente é a base da alimentação de grande parte das sociedades atuais devido à sua adaptabilidade agronómica a diferentes condições climatéricas, ao fácil armazenamento e à capacidade de podermos elaborar diversos produtos através da farinha produzida dos seus grãos.

Conheça os diferentes tipos de trigo disponíveis. Recordamos que todos os “trigos” contêm glúten.

- Trigo comum (Triticum aestivum)

Esta variedade, a mais utilizada nos dias de hoje, é também conhecida como trigo mole. É com este trigo que quase todo o tipo de pão, bolachas, bolos e cereais de pequeno-almoço são feitos. O trigo mole pode ter diversos níveis de proteína – nomeadamente glúten – e dependendo desses níveis, irão ser utilizados em diferentes produtos. Trigo com níveis abaixo de 8% é usado para ração para animais. Se conter cerca de 9% de níveis de proteína glúten, é utilizado na área da pastelaria, bolos e bolachas. Para fazer pão, é necessário níveis de aproximadamente 12%.

- Trigo duro (Triticum durum)

Com este tipo de trigo, faz-se o esparguete. Devido ao seu elevado teor proteico – 15% - (nomeadamente glúten), fica realmente “mais duro” e dá-lhe as características necessárias para ser cozinhado "al dente".

Mas então porque é que o trigo e o glúten, proteína que dele (e de outros cereais) faz parte, gozam hoje em dia de tamanha má fama?

O trigo ocupa um lugar de destaque na mesa dos portugueses. Somos um país com uma fortíssima cultura de pão. Um estudo realizado pela Fundação Portuguesa de Cardiologia em parceria com o Museu do Pão revelou que 80% das crianças portuguesas consomem pão ao pequeno-almoço. Atendendo que os restante 20% muito provávelmente consumirão cereais de pequeno-almoço, concluímos que o trigo está de uma forma ou outro presente.

O que aconteceu efetivamente foi um aumento excessivo do consumo deste cereal. O trigo passou a ser incorporado em grande parte dos alimentos processados e, como tal, tendo em conta os hábitos alimentares atuais, a fazer parte de praticamente todas as refeições. É justamente com este excesso de consumo de trigo e de glúten (o seu pior componente) que foi criado um estado inflamatório ao nível das mucosas digestivas pela incapacidade enzimática em digerimos esta proteína.

O que é glúten?

A palavra glúten tem origem no latim, sendo que gluten significa cola, o que pode ser explicado porque o glúten é uma substância viscosa.

O glúten é uma combinação muito específica de proteínas de origem vegetal que está sempre presente no trigo, no centeio, na aveia, na cevada, no malte e seus derivados. É responsável pela elasticidade das massas e é o que faz crescer o pão. O glúten diferencia-se de outras proteínas devido à sua difícil digestão. Como não é completamente digerida, restam algumas moléculas que não são reconhecidas pelo nosso organismo. Ao chegar ao intestino, o glúten transforma-se numa espécie de cola grudando nas paredes intestinais. Com o passar do tempo provoca:

- intolerância alimentar, bloqueando o funcionamento intestinal
- aumento da gordura na região abdominal devido à má digestão dos alimentos e consequente acumulação nesta zona
- baixa imunidade que vai favorecer as doenças auto-imunes
- dores articulares
- alergias (incluíndo cutâneas)
- depressão, insónias, cefaleias
- fadiga crónica.

Até há pouco tempo atrás, uma dieta sem glúten era apenas feita por pessoas com intolerância ao glúten e aos seus derivados, e doentes celíacos. Hoje em dia tem ganho novos adeptos, que estão a descobrir como a redução ou mesmo a abolição de glúten tem benefícios no âmbito da melhoria da sua saúde.

Para quem sofre “na pele”, (bem como noutros orgãos!), os malefícios do consumo excessivo do trigo, poderá recorrer aos Sais de Schussler para ajudar a libertar-se da inflamação, da acidez e toxicidade associada. Aconselhamos a toma dos Sais de Schussler em conjunto durante 3 – 6 meses.

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Sal nº 6 Kalium sulfuricum D6

Inflamação crónica da pele e das mucosas.

1 comprimido 3 vezes ao dia fora das refeições

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Sal nº 9 Natrium phosphoricum D6

Alcalinização do pH celular.

1 comprimido 3 vezes ao dia fora das refeições

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Sal nº 10
Natrium sulfuricum D6

O Natrium sulfuricum – sal nº 10 – tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas, desintoxicar o organismo e ativar o fluxo biliar.

Pode também ser associado aos 2 Sais de Schussler descritos em cima neste caso.

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Sal nº 10 Natrium sulfuricum D6

Contribui para a desintoxicação hepática.

1 comprimido 3 vezes ao dia fora das refeições

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AGENDA DAS PRÓXIMAS FORMAÇÕES
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DIA 2 DE ABRIL – ALGARVE

DIA 09 DE ABRIL – PORTO

DIA 16 DE ABRIL - LISBOA

Inscrições: info@ktb.pt
Tel: 21 418 8407/ 21 417 7672
Tlm: 91 439 6267

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Flatulência e Enterokind®

Atendendo a que o glúten é introduzido na alimentação dos bebés por volta dos 6 meses...

Um dos efeitos secundários do consumo excessivo de trigo é a formação de gases. Para além de gases, uma vez que o intestino sofre com o consumo de glúten, o intestino pode mesmo obstipar ou originar fezes mais moles. Atendendo a que o glúten é introduzido na alimentação dos bebés por volta dos 6 meses, estes poderão por volta desta altura (voltar) a sofrer de cólicas e alterações ao nível das fezes.

Para que seja atenuado esse desconforto tanto no bebé ou criança, como nos pais, que muitas vezes observam impotentes, sugerimos a administração do Enterokind®.

Enterokind® é um medicamento homeopático constituído pela Chamomilla D6, Cina D6, Lac Defloratum D6 e Magnesium chloratum D6. Tem uma ação analgésica, carminativa e anti-espasmódica.

Benefícios principais:
- desenvolvido especialmente para crianças
- adequado a partir dos 3 meses de idade
- seguro e suave: praticamente sem efeitos secundários
- boa tolerabilidade
- clínicamente eficaz
- fácil de administrar: as gotas podem ser colocadas diretamente na boca ou diluídas num pouco de água e administradas com uma colher de plástico.

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Enterokind

Tradicionalmente utilizado na cólica e flatulência.

3 meses - 6 anos
Nas queixas agudas:
3 gotas de hora a hora. Máximo de 6 tomas /dia
Ao melhorar:
3 gotas, 3 vezes ao dia.

Tomar as gotas ½ hora antes ou após das refeições.

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Sabia que...

Pode substituír a farinha de trigo com outras farinhas sem glúten?

Farinha de arroz
A farinha de arroz é a principal substituta da farinha de trigo nas receitas porque proporciona o espessamento da massa, assemelhando a textura de ambas as massas. Prefira a versão de arroz integral.

Farinha de côco
A farinha de côco é extraída da polpa branca da fruta. Ela é rica em fibras e por isso auxilia no trânsito intestinal, ajuda a diminuir os níveis de colesterol, glicose e melhora a flora intestinal.

Farinha de trigo sarraceno
Esse cereal, que na verdade não é um tipo de trigo, mas mais próximo da família do arroz, é rico em nutrientes e fibras, além da rutina, um flavonóide que promove a saúde dos vasos sanguíneos, prevenindo doenças cardíacas, diabetes, etc.

Farinha de espelta
O trigo espelta é conhecido como o trigo ancestral. Nutricionalmente é mais rico do que o trigo mole e considerado uma boa opção para cultivo biológico, dado a sua resistência a pragas. Em termos de utilização, é relativamente parecido ao trigo mole.

... e muitos mais!

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