Portugal tem uma forte tradição vinícola...
O consumo de álcool tem simbologias diferentes consoante o sítio do planeta onde nos encontramos. Aceite como tradição em algumas sociedades, como o caso de Portugal, já totalmente rejeitado por outras como por exemplo pelos muçulmanos.
Ainda assim através de um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde em 2014 foi revelado que o álcool é consumido praticamente em todo o mundo. Globalmente estima-se que indivíduos com idade de 15 anos ou mais consumiram em torno de 6,2L de álcool puro em 2010 (equivalente a cerca de 13,5g/dia). Portugal encontra-se no 11º lugar enquanto país do mundo com maior consumo de álcool por pessoa. O topo da lista é ocupado pela Bielorrússia, com 17,5L.
O álcool é considerado uma bebida com substâncias psicoativas capazes de produzir adição. O seu consumo nocivo é um dos fatores de risco de maior impacto para a mortalidade e incapacidades em todo o mundo e parece estar relacionado a 3,3 milhões de mortes a cada ano, equivalente a aproximadamente 6% de todas as mortes em todo o mundo. As principais doenças e prejuízos associados ao álcool em diferentes níveis seguem aqui expostas numa ordem decrescente de influência:
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Cirrose hepática
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Pancreatite
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Cancro na faringe
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Cancro no esófago
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Violência interpessoal
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As consequências do uso de álcool também se projetam na sociedade de forma direta e indireta, potencializando os custos em hospitais e outros dispositivos do sistema de saúde, sistema judiciário, previdenciário, perda de produtividade do trabalho, absenteísmo, desemprego, entre outros. Ainda, em todo o mundo, nota-se que as faixas etárias mais jovens (20-49 anos) são as principais afetadas em relação a mortes associadas ao uso do álcool, resultando em uma maior perda de pessoas economicamente ativas.
Existe todavia um consumo de álcool em contexto social que poderá ser não nocivo, de acordo com a quantidade, frequência de ingestão e condição de saúde do indivíduo. Portugal tem uma forte tradição vinícola e cujo interesse tem vindo a ser crescente por parte dos portugueses. O vinho, sobretudo o tinto, é inclusivamente rico em resveratrol - um potente antioxidante. Beber 2 a 3 vezes por semana, um copo de vinho tinto junto de uma refeição, caso não haja nenhuma condição patológica que exclua categoricamente o seu consumo (normalmente as doenças associadas ao fígado e todos os cancros) afirma-se não ser prejudicial para a saúde.
As seguintes medidas no que diz respeito à alimentação e à fitoterapia são importantes para ajudar o fígado, o órgão principalmente afetado com o consumo de álcool:
Os medicamentos homeopáticos têm a capacidade de suportar o organismo ajudando-o a alcançar um estado de saúde equilibrado. Para libertar o corpo dos efeitos do excesso de consumo de bebidas alcoólicas sugerimos os seguintes Sais de Schussler:
Sal nº 4 Kalium chloratum
Reforça a saúde das mucosas (tecido que é afetado pelo consumo de álcool em excesso, manifestando-se em gastrites ou úlceras por exemplo)
2 comprimidos antes do pequeno-almoço
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Sal nº 9 Natrium phosphoricum
Alcaliniza o pH, revertendo quadros clínicos de acidez.
2 comprimidos antes do almoço
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Sal nº 10 Natrium sulfuricum
Desintoxica e drena as toxinas hepáticas.
2 comprimidos antes do jantar
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Fitoterapia
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Cardo-mariano
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Alcachofra
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Boldo
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Borututo
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Alimentação e Estilo de Vida
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Procurar ingerir alimentos de agricultura o mais biológica possível
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Beber muita água (engarrafada)
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Consumir: clorela, spirulina
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Aumentar consumo de alimentos ricos em vitaminas B, C, D, E, zinco, crómio, selénio, e magnésio
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Eliminar gorduras e produtos lácteos
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Fazer exercício físico de forma regular
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