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Pâncreas - Newsletter nº41

29/07/2015

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Julho 2015
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A Diabetes caracteriza-se por ser um desequilíbrio no organismo que impede a utilização de glucose pelas células, resultante dos alimentos que são consumidos. A insulina que é produzida pelo pâncreas, é a hormona responsável por facilitar a entrada de glucose nas células.

Esta doença afeta cada vez mais pessoas, atingindo não só os adultos como também, e cada vez mais, pessoas em idades mais jovens.

Em Portugal estima-se que cerca de 13% da população sofrem desta condição de saúde.

A Diabetes do tipo I e do tipo II constituem o maior número de casos de Diabetes, embora a Diabetes gestacional (que ocorre durante a gravidez) bem como outros tipos de diabetes também se verificam em alguns casos.

Quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina, ou a produz em quantidade insuficiente, a glucose fica impossibilitada de entrar nas células de modo a que seja utilizada pelas mesmas para o fornecimento de energia para o organismo, ficando deste modo concentrada no sangue. Esta elevada concentração de glucose no sangue resulta em toxicidade para o organismo que pode levar a sérias consequências.

A Diabetes do tipo I é também conhecida como diabetes insulino – dependente, pois neste tipo de diabetes, o pâncreas fica incapacitado da produção de insulina, devido ao facto de as células do pâncreas responsáveis pela produção desta hormona serem destruídas. As pessoas que sofrem de diabetes do tipo I necessitam de terapêutica diária com insulina, uma vez que o pâncreas deixa de produzir esta substância.

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Na Diabetes do tipo II, o pâncreas produz insulina embora esta seja produzida em quantidade insuficiente. Neste caso, os doentes não estão dependentes da administração de insulina, contudo têm de controlar os seus hábitos de vida, como a alimentação, a prática de exercício físico e a moderação do "stress", de forma mais rigorosa em comparação com os do tipo I, para que não venham a ser vítimas de consequências mais graves provocadas por esta doença.

A diabetes gestacional surge durante a gravidez e desaparece normalmente no fim da mesma. Contudo, as grávidas que desenvolvem diabetes durante a gestação têm maior probabilidade de vir a desenvolver a doença no futuro, se não tiverem os devidos cuidados.

Os fatores de risco que potenciam o desenvolvimento da diabetes são maioritariamente genéticos. Contudo o estilo de vida com uma alimentação pautada pelo consumo excessivo de açúcares e de gorduras irá aumentar o risco de desenvolver a doença. As pessoas com obesidade, sedentarismo, “stress” constante, hipertensão arterial ou níveis elevados de colesterol estão mais predispostas à doença. Outras causas da doença, embora mais raras, são tumores no pâncreas e pancreatite provocada por excesso de álcool.

Os sintomas mais comuns da doença são:

  • Poliúria (aumento do número de vezes que se urina),
  • Polidipsia (sede constante e intensa),
  • Polifagia (fome constante que não alivia aquando da ingestão de comida),
  • Xerostomia (sensação de boca seca),
  • Fadiga,
  • Prurido (comichão no corpo),
  • Visão turva.

Nas crianças e nos jovens os sintomas mais comuns são o surgimento de uma constante vontade de urinar (a criança pode voltar a urinar na cama), sede excessiva, emagrecimento rápido, grande fadiga acompanhada de dores musculares, apetite aumentado, dores de cabeça e vómitos.

Para além das medidas propostas pela endocrinologia, o doente deverá coadjuvar com medidas complementares de modo a que a doença evolua o menos possível, sobretudo nos casos em que pâncreas ainda produz alguma insulina. Nesta condição de saúde é imperativo o tratamento, caso contrário a ausência de um tratamento regular pode complicar-se com acidose grave até ao coma.

Sugerimos algumas medidas terapêuticas complementares baseadas na Homeopatia, Fitoterapia e Alimentação.

Sais de Schussler DHU

Enquanto medicamentos homeopáticos, os Sais de Schussler irão modular o organismo de modo a que a doença tenha uma marcha evolutiva lenta. Não têm interações medicamentosas com outros químicos, sendo deste modo completamente seguros de se tomarem.

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Sal nº 8 Natrium chloratum

Medicamento principal das doenças auto-imunes. Útil como tratamento adjuvante da Diabetes tipo I. Indicado igualmente na catarata de origem diabética.

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Sal nº 9 Natrium Phosphoricum

Combate a acidez do organismo.

 

Posologia: 1 comprimido sub-lingual de cada Sal, 3 vezes por dia, por um período de 3 meses no mínimo.

Fitoterapia

Plantas como o feno-grego, a Momordica charantia e o chá verde, contribuem para a regulação dos níveis de açúcar no sangue.

Alimentação

Na Diabetes do tipo I os doentes deverão ter uma alimentação anti-degenerativa ou anti-envelhecimento das células, sobretudo se o pâncreas ainda produzir alguma insulina. Deste modo dever-se-ão introduzir os seguintes alimentos:

ktb Frutas frescas (com baixa carga glicémica)
ktb Legumes
ktb Algas (Spirulina, Clorela, Kombu, Wakame, etc.)
ktb Geleia real (sub-produto das colmeias)
ktb Água abundante

Bem como eliminar o seguintes:

ktb Alimentos processados (empacotados)
ktb Farinhas refinadas
ktb Lácteos
ktb Açúcares
ktb Álcool
ktb Café

Na Diabetes tipo II os doentes deverão equilibrar os seus níveis de glicémia pela alimentação, fazendo uma alimentação igualmente anti-degenerativa, bem como tendo em atenção a frequência das refeições. Deverão ser privilegiados alimentos como a batata-doce (em opção à batata branca) e a canela pela capacidade em baixar os níveis de glicose no sangue.

Uma das complicações crónicas do diabetes é o pé diabético. Ocorre mais rapidamente em pessoas que não fazem um controle adequado dos seus níveis de glicémia. ktb

Pessoas que sofrem de diabetes durante 10 ou 20 anos começam a apresentar uma diminuição da circulação arterial e redução da sensibilidade dos membros, designado por neuropatia diabética. Níveis aumentadas de glicose no sangue por longos períodos de tempo podem causar esta neuropatia, que é sentida como um formigueiro, picadas, dor, dormência ou fraqueza dos membros. ktbktb

O pé diabético requer um cuidado diário. A aplicação do Óleo Rosa Mosqueta Saluvital assim como da Loção Corporal Rosa Mosqueta Saluvital hidrata, regenera e protege a pele da infecção bacteriana e fúngica. Estes produtos ajudam na cicatrização caso haja úlceras ou fissuras.


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